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MONITORAMENTO DE MERCADO

Queda na exportação dos compensados preocupa produtores nacionais

Posted by Marcelo Schmid on 28 Maio 2019

Em dezembro de 2018 a Forest2Market do Brasil publicou um artigo em seu blog destacando que o volume de exportação de compensados brasileiros para os Estados Unidos havia aumentado em mais de 30% entre 2017 e 2018. De fato, desde 2011, quando chegou aos seus piores níveis, o Brasil aumentou progressivamente suas exportações de compensados, sendo os EUA o principal destino, atingindo um volume 143% maior em 2018.

Embora durante os meses de janeiro e fevereiro de 2019 o volume mensal de exportações de compensado do Brasil tenha atingido valores até mesmo superiores à média mensal de 2018, nos meses de março e abril o volume exportado caiu em 31%, trazendo preocupação à indústria de compensados nacional.

Qual é a explicação para esta redução? Ela é apenas uma “lombada”, ou o ano de 2019 mudará a tendência de crescimento dos últimos 08 anos?

Certamente o grande driver desta “crise” é a redução da demanda do mercado de construção civil norte americano. Conforme destacado no artigo publicado pela Forest2Market no final de Abril, o número de housing starts caiu 8,7% em Fevereiro deste ano (valor mais baixo dos últimos 18 meses) e mais 0,3% em março, afetando diretamente a demanda por compensados para a construção civil.

Durante o primeiro trimestre de 2019, o estoque de compensados nos EUA aumentou rapidamente pariStock_000003308622_ExtraSmalla satisfazer as demandas antecipadas de grandes lojas de materiais de construção. No entanto, segundo Pete Stewart, CEO da Forest2Market, “a temporada de construção foi atrasada como resultado de condições climáticas desfavoráveis sobretudo no sul dos EUA, o que criou um excedente de estoque disponível no mercado”.

A mudança no ritmo da indústria de construção não causou impactos prejudiciais no mercado interno de compensado dos EUA, mesmo porque esse mercado já havia se retraído no passado recente com o fechamento de fábricas de grandes players. Porém, tal mudança fez com que as importações de produtores estrangeiros despencassem, afetando toda a cadeia de produção e exportação de compensados no Brasil.

 

Perspectivas para o restante do ano

Se por um lado a situação atual preocupa a indústria de compensados nacional, por outro, esse efeito deve ser passageiro. Segundo Thomas Bennett, analista de mercado da Forest2Market nos EUA, “à medida que as condições climáticas melhoram, a demanda e o comércio devem retornar aos níveis esperados até o fim do terceiro trimestre deste ano, durando até a temporada de construção”.

 

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Topics: economia florestal, setor florestal, exportações, pinus

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